Expedição percorreu principais vias de escoamento da produção agrícola mato-grossense

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Depois de percorrer mais de 2 mil Km entre Cuiabá (MT) e Porto Velho (RO), terminou quarta-feira (04.04) o primeiro Estradeiro Aprosoja. A expedição passou pelas BR’s 242 e 364 e teve como objetivo verificar in loco as condições das rodovias de Mato Grosso por onde é escoada a produção agrícola.

Neste relato a analista de Meio Ambiente e Logística da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Lucélia Perin, fala sobre o último dia do Estradeiro.

“Na quarta-feira (04.04), último dia de Estradeiro, saímos de Vilhena às 6h sentido Porto Velho pela BR-364. Os produtores da região nos informaram que a rodovia está em péssimas condições, o que pudemos constatar logo no primeiro trecho da estrada.

BR 364 – Vilhena – Cacoal (239 km de asfalto): Grande parte do asfalto está danificado, dificultando a passagem dos automóveis e caminhões;

BR 364 – Cacoal – Ji Paraná (104 km de asfalto): Pequenos trechos com asfalto danificado. Algumas partes da estrada estão em obras de recuperação;

BR 364 – Ji Paraná – Porto Velho (373 km de asfalto): Asfalto com trechos bastante danificados e com um grande fluxo de carretas.

Em Rondônia, visitamos o porto de Porto Velho, cuja concessão pertence à empresa Hermasa até 2014. O porto é público e recebe vários tipos de produtos para serem transportados por barcaças até o porto de Itacoatiara (AM) que então segue para exportação.

De acordo com produtores de Rondônia e deputados que acompanharam a equipe do Estradeiro na visita ao porto, o local precisa de manutenções e investimentos para que possa atender a demanda com mais agilidade. Outra preocupação é com a condição da BR-364, que é considerada a principal rodovia de escoamento de produtos agrícolas tanto de Mato Grosso como de Rondônia. Esta rodovia está em péssimas condições.

Após a visita ao porto fomos convidados para um jantar com os deputados e produtores de soja de Rondônia.

O Estradeiro foi encerrado em Porto Velho com 2.261 km percorridos em rodovias que passam por regiões agropecuárias entre Mato Grosso e Rondônia. Essas rodovias se encontram sem manutenção e com obras inacabadas, dificultando o escoamento da produção de Mato Grosso”.

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