Comitiva de Mato Grosso distribui alimentos sustentáveis na Rio+20

A comitiva do Sistema Famato distribuiu 1.000 espetos de carne e 1.000 espigas de milho para a população que passou na manhã desta quinta-feira (21.06) pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (RJ), onde ocorre a “Cúpula dos Povos”, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). A ação teve o objetivo de alertar a sociedade sobre a importância dos alimentos sustentáveis e a defesa da criação de um Código Florestal Mundial.

Além da entrega dos espetos, que durou cerca de 40 minutos, os produtores de Mato Grosso vestiram a camiseta da campanha do código florestal mundial, carregaram banners divulgando a produção sustentável já praticada no Estado, distribuiram adesivos e explicavam a atividade para a população. “Foi uma experiencia extremamente positiva, pudemos dialogar com sociedade e demosntrar dados que muitas vezes eles não têm acesso”, avaliou o presidente da Famato e do Senar, Rui Prado. “Mato Grosso é lider na produção de carne e milho conseguindo manter 62% da área preservada, as pessoas precisam saber disso”, afirmou Prado.

“As questões ambientais são importantes para todo o planeta. Precisamos de uma legislação única para o mundo e que traga um conceito ambiental forte aliado à produção agropecuária sustentável. Precisamos unificar isso. Temos inúmeros biomas e particularidades, mas alguns conceitos precisam ser mundiais. Um rio que pasa em vários países precisam das margens protegidas. Eu acredito que outros países e instituições como a ONU discutem suas legislações, mas precisam pensar também numa pratica comum para todos de conservação e garantia de produção”,ressaltou Prado sobre a campanha do Código Florestal Mundial.

O militante do Partido Verde do Rio de Janeiro, João Dias, passaou pelo local e apoiou a iniciativa dos produtores mato-grossense. “Achei de grande relevância essa campanha. O mundo precisa discutir a preservação e a ideia tem meu total apoio”, afirmou. O engenherio Márcio Bezerra também foi até o Museu de Arte Moderna e elogiou a campanha. “A ideia é excelente ainda mais se os próprios produtores estão levantando essa bandeira, não tem como não abraçarmos”, apontou.

O índigena Amarildo Tucano, do município de São Gabriel da Cachoeirinha (AM), gostou tanto da iniciativa que prometeu levar a campanha para o Amazonas. “A campanha pelo código florestal mundial só vem a reforçar a nossa politica de preservação da natureza e sustentabilidade. Eu, que sou indigena, tenho o dever de mostrar as boas práticas encontradas no Rio+20”, comentou.

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