SEGURA PEÃO!

Nossa jornada neste sábado (15.09) foi em direção ao Noroeste dos Estados Unidos. Saímos de Nebraska rumo ao Estado de Dakota do Sul, onde assistimos a um rodeio americano na cidade de Hot Springs.

Logo que chegamos, notamos a diferença de um rodeio mato-grossense para um americano. Aqui eles correm durante o dia, diferentemente do nosso estado que é noturno. Além disso, não existe uma festona como a nossa, com direito a shows de cantores ao vivo.

Vista de fora do rodeio Oelrichs Rodeo.

O evento nos Estados Unidos parece bem “família”. O rodeio que assistimos é considerado mais “caseiro”. Os peões participam mais por esporte e prazer do que por dinheiro. Vimos muitas famílias com crianças e a impressão que temos é de que a organização é feita por colaboradores, ou seja, é um ajudando o outro desde a abertura das selas até a distribuição da comida.

Outra diferença que merece destaque é a locução. Os americanos são menos “empolgantes” na narração. Enquanto no Brasil, os locutores parecem ter mais emoção, se envolvem com o público e ficam circulando pela arena. O público americano também comemora pouco. O grupo do Sistema Famato e Senar, que lotou parte da arquibancada de madeira, vibrou mais pelos peões do que os próprios americanos.

Equipe da Missão Técnica Famato e Senar assiste ao rodeio americano.

Os cavalos são mais selecionados, selvagens e tamanho maior. No Brasil, os cavalos pulam mais para frente e nos Estados Unidos os saltos são mais altos, quade rodopiando. As mulheres americanas parecem que participam mais das provas do que as brasileiras.

As mulheres americanas são bastante participativas nas provas de rodeio.

Para o produtor rural de Cuiabá, Jorge Antonio de Miranda Júnior, que também trabalha com rodeios, a experiência foi interessante. “No Brasil os rodeios são negócios e aqui é mais esportivo. Foi uma boa experiência ver de perto essa diferença”, opinou.

Jorge notou também que as pessoas que estavam laçando eram, a maioria, amadores. “Na prova Team Hopping (laço em dupla) não perdemos em nada para eles”, comparou.

Jorge Antonio de Miranda Júnior explica as diferenças dos rodeios brasileiro e americano.
Seguuuuuuuraaaaa peão!

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