Balanço positivo! (parte 2)

Aqui temos mais algumas opiniões dos participantes da Missão Técnica da Famato e do Senar-MT para a Argentina.

DEPOIMENTO – Rogério Romanini, diretor de Relações Institucionais da Famato

“Essa missão técnica cumpriu com os objetivos da Famato e do Senar em buscar novos conhecimentos e experiências. Vimos que os argentinos possuem uma produção significativa de carne e de leite, apesar de toda a crise que eles estão passando. Vimos também que eles possuem alguns problemas semelhantes aos nossos como a dificuldade da sucessão familiar e de mão de obra qualificada. A missão nos ajudou a estreitar relacionamentos com empresas, entidades e até mesmo entre nós, produtores rurais”.
“Essa missão técnica cumpriu com os objetivos da Famato e do Senar em buscar novos conhecimentos e experiências. Vimos que os argentinos possuem uma produção significativa de carne e de leite, apesar de toda a crise que eles estão passando. Vimos também que eles possuem alguns problemas semelhantes aos nossos como a dificuldade da sucessão familiar e de mão de obra qualificada. A missão nos ajudou a estreitar relacionamentos com empresas, entidades e até mesmo entre nós, produtores rurais”.

DEPOIMENTO – Sérgio Dalmazo Ferreira, presidente do Sindicato Rural de Cláudia

“Achei muito interessante a produção de leite nas propriedades que visitamos. Achei uma boa oportunidade de conhecer o melhoramento genético que a Argentina utiliza. Eles estão bem à frente de nós nesse aspecto do leite. Vou poder levar mais informações para os produtores do meu município, onde a produção de leite ainda é baixa. Também foi muito importante a palestra sobre produção de soja na Universidade de Buenos Aires. Achei essa viagem muito produtiva e agradeço o convite”.
“Achei muito interessante a produção de leite nas propriedades que visitamos. Foi uma boa oportunidade de conhecer o melhoramento genético que a Argentina utiliza. Eles estão bem à frente de nós nesse aspecto do leite. Vou poder levar mais informações para os produtores do meu município, onde a produção de leite ainda é baixa. Também foi muito importante a palestra sobre produção de soja na Universidade de Buenos Aires. Achei essa viagem muito produtiva e agradeço o convite”.

DEPOIMENTO – Ivan Moreno de Jesus, presidente do Sindicato Rural de Paranaíta

“Foi muito importante conhecer a realidade da Argentina. Não devemos comparar, mas a comparação é inevitável, porque são realidades totalmente diferentes da nossa. Mas serve como aprendizado e faz com que a gente pense em futuras decisões e atitudes. Observei que a produção de leite é intensiva e muito grande. Fiquei impressionado com o grupo Chiavassa e o envolvimento da família nos negócios. A sucessão familiar é algo que a gente vem discutindo há muito tempo. A Famato fala muito disso. Eu tenho filhos e penso em sucessão familiar. Isso me preocupa bastante”.
“Foi muito importante conhecer a realidade da Argentina. Não devemos comparar, mas a comparação é inevitável, porque são realidades totalmente diferentes da nossa. Mas serve como aprendizado e faz com que a gente pense em futuras decisões e atitudes. Observei que a produção de leite é intensiva e muito grande. Fiquei impressionado com o grupo Chiavassa e o envolvimento da família nos negócios. A sucessão familiar é algo que a gente vem discutindo há muito tempo. A Famato fala muito disso. Eu tenho filhos e penso em sucessão familiar. Isso me preocupa bastante”.

DEPOIMENTO – Celso Domingos Nogueira, vice-presidente do Sindicato Rural de Cuiabá

“Só tenho a agradecer a Famato e ao Senar por essa missão técnica que trouxe muito conhecimento para nós. O produtor de gado de corte argentino tem um formato diferente de produção. O sistema de pastoreio é diferente do nosso. Eles têm o formato de matar o gado precoce, garrotes de 18 meses chegando a 400 e 500 kg. Achei isso bem interessante”.
“Só tenho a agradecer a Famato e ao Senar por essa missão técnica que trouxe muito conhecimento para nós. O produtor de gado de corte argentino tem um formato diferente de produção. O sistema de pastoreio é diferente do nosso. Eles têm o formato de matar o gado precoce, garrotes de 18 meses chegando a 400 e 500 kg. Achei isso bem interessante”.

DEPOIMENTO – Aparecido Walsovir Piola, presidente do Sindicato Rural de Aripuanã

“São duas realidades bastante diferente. O nosso clima é diferente, mas o que podemos aproveitar daqui é a questão da alimentação de bovinos em confinamento e semi-confinamento. Eles estão muito adiantados e o próprio clima faz com que eles desenvolvam um processo que nós não estamos aplicando em nossa região para o semi-confinamento. Nós usamos mais a suplementação em semi-confinamento do que eles aqui, que só fazem o confinamento. Não trabalho com a pecuária de leite, mas no meu município tem produtores de leite e eu observei que estamos muito longe do que eles fazem aqui, pela própria genética do gado de leite deles que é superior a nossa”.
“São duas realidades bastante diferentes. O nosso clima é diferente, mas o que podemos aproveitar daqui é a questão da alimentação de bovinos em confinamento e semi-confinamento. Eles estão muito adiantados e o próprio clima faz com que eles desenvolvam um processo que nós não estamos aplicando em nossa região para o semi-confinamento. Nós usamos mais a suplementação em semi-confinamento do que eles aqui, que só fazem o confinamento. Não trabalho com a pecuária de leite, mas no meu município têm produtores de leite e eu observei que estamos muito longe do que eles fazem aqui, pela própria genética do gado de leite deles que é superior a nossa”.

 

DEPOIMENTO – Eliezer Alves Carvalho, produtor rural e conselheiro fiscal da Famato

“O que mais me chamou a atenção foi a ‘paradeira’ da Argentina, o destino do produtor e o que o governo está tomando do produtor. Há um desestimulo é muito grande para os produtores continuarem na atividade. Em relação á produção, observamos que a Argentina é um país com áreas muito planas, que proporcionam boas condições agrícolas. Mas nem toda facilidade convém, porque se chover demais acaba com a lavoura. Não dá para ter um volume de chuva contínuo na região de produção. No geral, a missão foi muito produtiva. Ainda existem pessoas animadas para trabalhar. Achei interessante a sucessão familiar do grupo Chiavassa. Vi a união da família e isso me chamou muito a atenção”.
“O que mais me chamou a atenção foi a ‘paradeira’ da Argentina, o destino do produtor e o que o governo está tomando do produtor.  O desestimulo é muito grande para os produtores continuarem na atividade. Em relação à produção, observamos que a Argentina é um país com áreas muito planas, que proporcionam boas condições agrícolas. Mas nem toda facilidade convém, porque se chover demais acaba com a lavoura. Não dá para ter um volume de chuva contínuo na região de produção. No geral, a missão foi muito produtiva. Ainda existem pessoas animadas para trabalhar. Achei interessante a sucessão familiar do grupo Chiavassa. Vi a união da família e isso me chamou muito a atenção”.

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