Eficiência em melhoramento genético e estrutura chamam a atenção

Na quinta-feira (03/03) visitamos duas propriedades rurais bem interessantes aqui em Kansas nos Estados Unidos. Uma Ashland e outra em Saint John.

A primeira parada foi na Gardiner Angus Tanch em Ashland. De origem inglesa, a família Gardiner veio para o Kansas em 1.885, quando a região ainda era pouco povoada e os poucos colonizadores viviam da caça de búfalos.

A região era povoada por índios que consequentemente causavam resistência e desinteresse das famílias em residir na cidade. Alguns anos depois, os índios foram pacificados. Como forma de incentivo, o governo começou a doar terras para produção na região.

Henry Gardiner começou a montar o Gardiner Rancho na década de 1920, que atualmente é conduzida por Henry, Nan Gardiner e seus três filhos Greg, Marcos e Garth.

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A propriedade familiar Gardiner Angus é totalmente dedicada à produção de carne de qualidade. Os Gardiner usam a experiência no melhoramento genético de bovinos de corte, com tecnologias de dados state-of-the-art para produzir o gado da raça angus que fazem contribuições inquestionáveis para indústria de gado de corte.

Como uma família, eles estão otimistas sobre a indústria da carne e seu papel como criadores. “Estamos convencidos de que os próximos 115 anos vamos assegurar mais potencial para a família e outras também no negócio de carne bovina. A carne bovina nunca teve tanta oportunidade de lucro como hoje”, avaliou Greg Gardiner.

Na propriedade existe um projeto denominado “Melhoria Southen Carcass” que foi elaborado em parceria com a Kansas State University e Virginia Tech para determinar a melhoria da carcaça que pode ser feita em uma geração usando alto valor de carcaça em touros angus e em vacas de corte do sul. “Abordamos a necessidade de longa data da indústria de carne bovina para os graus mais elevados de qualidade e melhores traços iguais de carcaças”, explicou.

Greg disse que o compromisso da família é oferecer melhor produção de carne bovina por meio de melhorias genéticas. “Trabalhamos para garantir e produzir libras de qualidade no tempo certo”, afirmou.

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O grupo de produtores de Mato Grosso da Missão Técnica Famato e Senar-MT conheceu as instalações do tatersal do rancho que será inaugurado em abril deste ano com a realização de um leilão de venda anual da produção. Durante o leilão serão comercializados 1.200 animais, incluindo 450 touros angus, 565 fêmeas angus registradas, 200 criados fêmeas angus comercial, fêmeas registradas incluem 45 doadores, 60 3-N-1 pares e 400 fêmeas criadas. “Nossos animais são todos comercializados em leilões, somente os que sobram são vendidos na fazenda”, destacou.

O gestor de projetos do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) Paulo Ozaki disse que as instalações da fazenda impressionaram muito, pois possui uma central de inseminação, espaço para leilões, apresentam rentabilidade e a credibilidade no país. “Inclusive uma das fazendas que visitamos durante a missão usa a genética deles nos animais, isso é um fator muito interessante”.

O que chamou atenção do gestor é que a fazenda tem poucos funcionários para tocar toda a estrutura do Rancho. São cinco funcionários e os três irmãos. “Isso é interessante e surpreendente”, avaliou Ozaki.

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